domingo, 4 de novembro de 2007

Cerração


É de pó a névoa que turva o olhar


: resto da ida tardia

rumo ao ocaso de teu amor.


É granulada a saudade que ficou

no sumir de tua manhã.



Imagem: Lori Crewe

10 comentários:

Erika disse...

saudade que dói.

ê coração.

beijos querida. ótima semana

ACANTHA disse...

Ocasos turvam olhares e travam gargantas, FERNANDA.
Gosto especialmente do título, tão de acordo, perfeitamente colocado..

Ricardo Rayol disse...

Caem as folhas, num tardio outono, bafeja a maresia em denso nevoeiro

Marcelo disse...

Prazer em ler!
Adoro as formas das palavras se escrevendo com saudade!
Beijos
Irei postar novidade!!!

Antonio Ximenes disse...

Sra. Fernanda.

Eu tenho verdadeira paixão pela comunicação escrita.

Descobri no "blogue" uma ferramenta para propagar meus textos e poemas... tentando com isso me comunicar com outros "escribas".

Vou investigar seu blogue... convido sua pessoa para investigar o meu... "O Pitoresco".

Abração.

Marcelo F. Carvalho disse...

Fernanda, a associação com areia, secura e saudade foi perfeita!
__________________
Abraço forte!

sandra camurça disse...

Fernanda, você tá se superando. LINDOLINDO!!!

Um beijo.

Lunna Montez'zinny disse...

Veio a lágrima aos olhos meus e eu a disfarcei (bem, eu acho). Você viu?
Beijos meus a você nessa minha volta repentina...

Helio Lambais disse...

"é granulada a saudade que ficou".... não sei se encontrarei, em vida, alguma frase tão linda e verdadeira como esta !

Bjus

maria josé quintela disse...

lindo!